Moldes, Plásticos, a China… – o debate

“Nos últimos anos fecharam empresas de moldes em Espanha, França e Alemanha. A indústria de moldes portuguesa resistiu e está de novo em crescimento. Algum mérito deve ter. No entanto, muitos industriais portugueses compram moldes na China”. A questão foi colocada pelo Comendador Leonel Costa para provocar o debate no XXVII SEMINÁRIO DE PLÁSTICOS.

Por outro lado, “se não fosse a China, não tínhamos uma carteira de encomenda como temos hoje”, referiu o eng. João Faustino. A copra de moldes na China é frequente justificada com o facto de o mercado nacional ser pequeno e insuficiente para justificar moldes com custo mais elevado. “Mas nem sempre se ponderam todos os factores, como, por exemplo, os tempo e custos de manutenção dos moldes mais baratos. Se o clientes juntarem o preço do molde  aos custos de manutenção, os moldes chineses deixam de ser competitivos”.

“Quer os americanos, quer os alemães, acham que os moldes portugueses t~em que ser pelo menos mais baratos. Pagamos o preço por não termos ainda criado uma marca que nos identifique e que nos reconheça como os melhores a nível mundial” – disse o eng. Joaquim Paulo.